A princípio... um porco de tudo, nada conspurcado tudo garimpado digo, lapidado! Música, reviews e recomendações... Literatura... citações e próprios E... no decorrer dos trilhos saberão.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Créditos: Bunalti
genre: Folk/Acousticcountry: Sweden
format: MP3@CBR320kbps
size: 135,13mb
length: 59:32
Myspace
tracklist
01. Välkommen Ut [04:06]
02. I Vattnets Flöde [06:22]
03. Skaldekonst Om Ljusets Återkomst [06:36]
04. En Vår Är Kommen [03:51]
05. Vindaflykt [09:13]
06. Uttorkad Vare Forsen [05:39]
07. Höstdagar [05:34]
08. Hjärtats Tolfte Månad [03:44]
09. Dröj Kvar [04:16]
10. Vakande Torn [03:35]
11. I Fälens Ände [04:06]
12. Det Vita Ljuset I Mörkret [02:43]
Excelente disco, com bastante influência do folclore nórdico, apenas violões e voz. Lembra, pra não falar influenciado de novo, o antológico disco do Ulver, kveldssanger. Depois faço um review decente e à altura, por hora, vai apenas esse relez cardápio.
Preciso nem dizer o quão apaixonado fiquei logo de cara pelo disco, certo?
Deleitem-se!!
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Various Artists – Whom The Moon A Nightsong Sings (2010)
Genre: Neofolk/Ambient/Acoustic
Format: mp3@CBR320kbps
Size: 236,33MB
Length: 1:44:35
Format: mp3@CBR320kbps
Size: 236,33MB
Length: 1:44:35
Tracklist
CD I
01. Vàli – Hoestmelankoli * [01:29]
02. Empyrium – The Days Before The Fall * [05:38]
03. Nest – Summer Storm (acoustic) * [05:22]
04. Nebelung – Ich Würd Es Hören * [04:39]
05. October Falls – Viima * [03:51]
06. Ainulindalë – A Year Of Silence * 04:49
07. Les Discrets – 5 Montee Des Epies * [01:47]
08. Les Discrets – Apres l’ombre ** [04:30]
09. Musk Ox – Solstice * [04:47]
10. Havnatt – Dagen Og Natta * [06:59]
11. Dornenreich – Dem Wind Geboren [04:31]
12. Vàli – Haredans I Fjellheimen * [01:10]
CD II
13. Nhor – Upon The Wind Its Wings Beat Sorrow Into The Stars * [03:50]
14. Ulver – Synen ** [05:05]
15. Neun Welten – Pan * [08:33]
16. Tenhi – Kausienranta [05:56]
17. Bauda – Ocaso (acoustic) * [03:48]
18. Orplid – Stille (demo) ** [04:34]
19. Nucleus Torn – Krähenkönigin III [05:24]
20. Lönndom – Språnget Ur Ursprunget * [03:30]
21. Syven – How Fare The Gods? * [14:10]
* exclusive
** rare
******************************
Total playing time: 1:44:35
DELEITEM-SE! Digo, download
Créditos: Bunalti (prestigiem!)
Simplesmente antológica essa coletânea, indispensável a qualquer um que goste de Música...
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Lunatic Soul II - the white album
Bom, achei o disco semana passada e esqueci de postá-lo aqui, primeiramente compartilhei-o com o ETS e alguns amigos, agora posto-o aqui!
Vale dizer que este disco está mais ameno em relação ao primeiro, mas ainda não ouso dizer se está melhor ou pior, mas adianto que está bastante pertinente a proposta do Duda.
Em breve faço um review... mas a audição já é bastante válida. Enjoy...
Clique na imagem e deleitem-se...
sábado, 25 de setembro de 2010
Lunatic Soul (Black Album)
Bom, o que dizer de um albúm totalmente alheio a tudo, que não se pode
imaginar algo similar (de modo superficial e rápido) e assim não
conseguir enquadrá-lo em algum estilo por ser um verdadeiro mosaico
único de variados estilos (e apostas)?
Lunatic Soul... eis a resposta. Projeto solo do Mariusz Duda, vocalista
e baixista da aclamada banda de metal progressivo, Riverside.
Comentar e analisar esse disco é um verdadeiro deleite, assim como a
audição, seja ela atenta ou dispersa, talvez pelo fato desse disco ter a
predôminancia do violão (aço), voz suave e um clima de calmaria mórbida que se fazem presente em todas as faixas. Baterias, synth, teclados e, claro, o
baixo aparecem em segundo plano, na "cozinha" do disco, sendo vez ou
outra chamados à "sala de estar", e isso não os torna tímidos, pelo
contrário, incrementam assuntos plausiveis e tornam mais agradável a
"conversa" que se passa na "sala de estar".
O clima proporcionado pelo violão/voz/morbidez, elementos principais
dessa verdadeira excursão, tem a capacidade eficaz de nos remeter ao
leste europeu e seu longo período de socialismo. No qual as antigas
estruturas, de aço ou alvenaria, registram e guardavam os urros
"silenciosos" dos acometidos pela cortina de aço. Tal sentimento, um
desejo inefável de se libertar ou, pelo menos, tornar lúcido algo que
incomoda o âmago... é nesse clima de nostálgia, que pode se tornar mais
ou menos acentuado conforme sua embriaguez, contrastado com
introspecções não-agradáveis que é "rodado este filme".
Poderia destacar algumas faixas mas ainda que uma ou outra sobressaia,
seria uma desfeita às demais e isso, talvez, diminuísse o grande êxito e
mérito do Mariusz Duda na obra por um todo. Cada música é pertinente a
proposta do albúm, as partes se encaixam como uma engrenagem, disforme
talvez, mas que sem uma parte, ínfima, perderia seu brilho e
funcionalidade. E por isso mesmo destaco a obra como um todo, um
trabalho bastante meticuloso em seus detalhes e tem como primazia a
qualidade auditiva, com músicas bastante inspiradas e saturadas de
sentimento, uma combinação que tem a capacidade de ensejar sentimentos,
no mínimo, instrospectivos e talvez lamuriosos...
Excelente disco, uma verdadeira jóia rara e "vista" por poucos... abarca influências e utiliza recursos desde o folk (quase) cru de Nick Drake (bastante visível a influência desse inglês neste trabalho do Duda) com seu vocal único e destreza musical, na composição e execução, além do clima lamurioso e sempre introspectivo, alternado como momentos mais felizes (que não são verificados no lunatic soul); até o post rock delineado e "crescido" nesta primeira década do novo século, que utiliza de synth e outros instrumentos de modo a criar toda uma atmosfera bastante condizente com o que se quer propor, e as letras instrospectivas e reflexivas...
Lunatic Soul - "Lunatic Soul"
(créditos ETS)
1. prebirth (1:10)
2. the new beginning (4:50)
3. out on a limb (5:27)
4. summerland (5:00)
5. lunatic soul (6:47)
6. where the darkness is deepest (3:57)
7. near life experience (5:27)
8. adrift (3:05)
9. the final truth (7:34)
10. waiting for the dawn (3:36)
(créditos ETS)
1. prebirth (1:10)
2. the new beginning (4:50)
3. out on a limb (5:27)
4. summerland (5:00)
5. lunatic soul (6:47)
6. where the darkness is deepest (3:57)
7. near life experience (5:27)
8. adrift (3:05)
9. the final truth (7:34)
10. waiting for the dawn (3:36)
Music and lyrics by
Mariusz Duda
exceto em
Mariusz Duda
exceto em
"Summerland", Where the Darkness is Deepest",
"Near Life Experience", "Waiting for the Dawn" by
de Mariusz Duda and Maciej Szelenbaum
de Mariusz Duda and Maciej Szelenbaum
Gravado e masterizado por
Robert Srzednicki at Serakos Studio, Warsaw,
Poland between Jan – Jul 2008
Mixado e produzido por
Robert Srzednicki and Mariusz Duda
Robert Srzednicki and Mariusz Duda
Photo, design and layout by
Rafał Buczek
Rafał Buczek
sábado, 28 de agosto de 2010
TESTE 1
Acordar...
deixar a cama pra trás
lavar o rosto e encarar
o dia...
Hoje percebi que
estou... enfadonho.
e que minha mesquinhez
é notável...
Assim como minha
marginalidade...
que não é compulsória.
Assim como minha
inércia...
Ainda que eu seja
um magricela.
Fico a esperar
que me chamem
para que assim
eu possa...
E nesta espera
a maquinar idéias
frívolas por demais
e tão infantis
que até as crianças
do maternal desdenham
mesmo sem saber
o que é desdenhar...
Percebo que o
concomitante paulatino
aproximou demais
e isso consumiu
o que restava de poético...
Apesar de estar vivo
e isso basta para poetzar
percebo que minhas letras
já foram seduzidas pelo
Cíclico e em andanças
por ruas europeias
me acho agora na Blasé...
E isso basta
até que eu saía
deste continente...
Após a tempestade
contabilizar...
É... começar tudo
de novo.
----------------
Now playing: The Mars Volta - Desperate Graves
via FoxyTunes
deixar a cama pra trás
lavar o rosto e encarar
o dia...
Hoje percebi que
estou... enfadonho.
e que minha mesquinhez
é notável...
Assim como minha
marginalidade...
que não é compulsória.
Assim como minha
inércia...
Ainda que eu seja
um magricela.
Fico a esperar
que me chamem
para que assim
eu possa...
E nesta espera
a maquinar idéias
frívolas por demais
e tão infantis
que até as crianças
do maternal desdenham
mesmo sem saber
o que é desdenhar...
Percebo que o
concomitante paulatino
aproximou demais
e isso consumiu
o que restava de poético...
Apesar de estar vivo
e isso basta para poetzar
percebo que minhas letras
já foram seduzidas pelo
Cíclico e em andanças
por ruas europeias
me acho agora na Blasé...
E isso basta
até que eu saía
deste continente...
Após a tempestade
contabilizar...
É... começar tudo
de novo.
----------------
Now playing: The Mars Volta - Desperate Graves
via FoxyTunes
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